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Cláudio Balas nasceu em 1983, em Torres Novas, mas podia ter sido noutro sítio qualquer, de tão curta que foi essa primeira estadia. Passou a sua vida de criança e adolescente a saltar de cidade em cidade, passando por Évora, Lisboa, e até Genebra, entre outras, o que acabou por definir, de certa forma, as suas escolhas profissionais. E a sua pronúncia peculiar.

Malgrado o apelido que não escolheu, e correndo o risco de ser mal entendido, cedo decidiu que o seu futuro seria feito a disparar. Mesmo não sendo mais rápido do que a própria sombra, fê-lo sempre à velocidade da luz.

Corria o ano de 2006 quando se fixou em Tomar, mais concretamente no curso superior de fotografia do Instituto Politécnico da cidade templária, onde resistiu heroicamente durante 3 anos.

Acabou por trocar os seus objectivos iniciais - demasiado genéricos - por pequenas e grandes angulares, e até uma ocasional teleobjectiva, e cedo se focou na fotografia autoral em detrimento das cadeiras em que estava menos focado.

Foi como autor que o seu trabalho primeiro se revelou ao mundo, em diversas exposições colectivas, nomeadamente no Anteciparte 2009, onde vendeu um trabalho que lhe fez inchar mais o ego do que a bolsa, e depois no MUDE, que lhe fez inchar mais a bolsa do que o ego.

2009 foi também o ano em que decidiu retirar as barbas de molho, mudar-se para Lisboa, e fazer nova mudança no percurso profissional, optando por uma via mais comercial, deixando os rolos fora de prazo e o grão excessivo para os projectos pessoais.

Passou a dedicar-se quase exclusivamente à fotografia de produto e de estúdio - na sua vertente publicitária e de comunicação - onde tem trabalhado maioritariamente para agências como ivity, Brave, Lowe Ativism/Lintas, MAGA, Fuel e Havas Worldwide entre outras, mas também directamente com clientes e alguns particulares.

Cláudio Balas was born in 1983 in Torres Novas, but it could have been anywhere else, so short was the stay. He spent his childhood and teen years hopping from town to town, from Évora to Lisbon and even to Geneva, among others, which eventually shaped to some extent his career choices. And his peculiar accent too.

Despite his surname (literally meaning bullets), which he did not get to choose, and risking to be misunderstood, he soon decided to make a future out of shooting. And, albeit not being faster than his own shadow, he has always done it at the speed of light.

He moved to Tomar in the year 2006 in order to get a Photography degree from the Templar town’s Polytechnic Institute, where he stoically resisted for 3 years.

He eventually swapped his initial objectives – too generic – for narrow and wide-angle ones, and even an occasional telephoto, and he soon focused on authorial photography at the detriment of the courses he was not as focused on.

It was as an author that his work was first revealed to the word in several group exhibitions, namely at Anteciparte 2009 where he sold a piece that felt heavier on the ego than it did on the pocket, and later at Lisbon’s MUDE – Design Museum, which felt heavier on the pocket that it did on the ego.

2009 was also the year he decided to beard the lion and move to Lisbon, while also making a new move on his career, taking a more commercial road and keeping the outdated rolls and excessive grain to his personal projects.

He has ever since devoted himself almost exclusively to product and studio photography – on the advertising and communication sides – working mostly for agencies like ivity, Brave, Lowe Ativism/Lintas, MAGA, Fuel and Havas Worldwide among others, but also for direct clients and some private individuals.